Na hipnotização, tudo se perdia,
se ia e se esquecia.
As coisas não ganhavam importância,
eram esquecidas.
Como numa deficiência,
as pessoas se auto-esqueciam.
As notícias eram mal-ditas,
ditas para todos esquecerem.
A vida parecia simples,
e os desafios eram esquecidos.
Numa calma hipnotizada, numa alma energizada,
o importante se esquecia.
E o individual assumia a forma principal,
o coletivo era esquecido.
Ganância, ância, poupança, finança,
sem confiança,
ela era esquecida.
Mãos, braços, metamorfose, branco, olhos,
coração, o próximo...
só serão esquecidos?
Todos ficam numa fila,
mas não se sabe quem é o próximo.
Para mim,
deixo isso no verde.
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