Os olhos se entreolham, se espreitam. Ação tão profunda e arrebatadora. Era um sutil ato, com uma grande ação. Poucos percebiam. Contudo, aos poucos eles reconheciam a cumplicidade. Para os outros, nada acontecia. No começo, eles desviavam, agora não, se encaravam e curtiam. Os olhos conversavam por instantes eternos.
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