O piano começou a tocar aquelas notas tão conhecidas e anotadas por todos os músicos. Era lindo e mágico, sempre foi. O piano de cauda, preto, tinha teclas que pareciam varinhas mágicas. E os dedos sabiam utilizá-las tão belamente, tão magnificamente. A música fluía.
A caminhada seguia. Sem rumo. Eram passos atrás de passos e uma rua, uma avenida, nenhum bosque a frente. Os carros passavam rápidos e indiferentes. As pessoas passavam e nem olhavam nos olhos. Tudo tão frio, mais frio que a própria Antártida, que pelo menos é branca, lá, tudo era cinza.
A música seguia em seu ritmo, em seu compasso. O músico sabia tão perfeitamente o quão importante fora aquele compositor.
A caminhada continuava, não tinham lágrimas que rolavam, não tinham risos que surgiam. Era o nada. Era como se gritasse apenas pedindo para sentir algo.
A música começou a acelerar, tão magistralmente.
Os pés começaram a apertar os passos, a passar rapidamente. Em alguns momentos trombava com alguém, pedia desculpas, mas logo xingavam como resposta.
A música soava a cada nota musical em seu compasso e todos sentiam aquela ansiedade, aquela compaixão, aquela paixão por ela. A música chegava em seu ápice.
As pernas pararam. Os olhos seguiram para a placa. Entrou e comprou um ingresso no teatro. O espetáculo teatral começaria naquele momento. Ouviu-se os dois primeiros sinais. O coração acelerava.
A música refletia em todos que a escutavam. Era tão bela que alguns se comoviam e muitos se arrepiavam.
O terceiro sinal soou. O ator que já estava no palco começou sua ação. Os olhos não desgrudavam dele nenhum minuto. Era tão mágico, tão magnífico, cada movimento, cada gesto, cada sentimento. Era um outro mundo, um mundo que se importava com os seres humanos, um mundo que se importava com a política, com a expressão de um simples gesto. E a voz quando ressoava completava toda a cena.
A música ressaltava seus últimos acordes e o público estava completamente envolvido com o seu enlace.
A platéia passava por tantos sentimentos e, com o ator, complementava a peça, fazia com que ela acontecesse. A platéia dava um toque final, sem o qual tal arte não resistiria a vida. A platéia, com suas reações internas, a platéia como ser que escuta mas ao mesmo tempo fala e precisa ser ouvida. A platéia como a chave de ouro para o espetáculo, que estava sujeito a sua aprovação.
A última nota foi ouvida, e os aplausos ensurdeceram qualquer sinal de piano. Era lindo e tão rico cada som. Era a música.
A última fala, o último gesto, a última expressão foi dada. As luzes se apagaram, o público ficou por alguns segundos atônito com o que tinha visto. As luzes se acenderam e não se via uma só pessoa sentada, todas estavam em pé. Os aplausos ressoavam.
Os pés andaram, saíram do teatro. Da boca não saía uma palavra, simplesmente boquiaberta. Agora tinha um rumo, que iria seguir com tanta paixão e garra. Era aquilo. Era magnífico. Era o teatro.
A caminhada seguia. Sem rumo. Eram passos atrás de passos e uma rua, uma avenida, nenhum bosque a frente. Os carros passavam rápidos e indiferentes. As pessoas passavam e nem olhavam nos olhos. Tudo tão frio, mais frio que a própria Antártida, que pelo menos é branca, lá, tudo era cinza.
A música seguia em seu ritmo, em seu compasso. O músico sabia tão perfeitamente o quão importante fora aquele compositor.
A caminhada continuava, não tinham lágrimas que rolavam, não tinham risos que surgiam. Era o nada. Era como se gritasse apenas pedindo para sentir algo.
A música começou a acelerar, tão magistralmente.
Os pés começaram a apertar os passos, a passar rapidamente. Em alguns momentos trombava com alguém, pedia desculpas, mas logo xingavam como resposta.
A música soava a cada nota musical em seu compasso e todos sentiam aquela ansiedade, aquela compaixão, aquela paixão por ela. A música chegava em seu ápice.
As pernas pararam. Os olhos seguiram para a placa. Entrou e comprou um ingresso no teatro. O espetáculo teatral começaria naquele momento. Ouviu-se os dois primeiros sinais. O coração acelerava.
A música refletia em todos que a escutavam. Era tão bela que alguns se comoviam e muitos se arrepiavam.
O terceiro sinal soou. O ator que já estava no palco começou sua ação. Os olhos não desgrudavam dele nenhum minuto. Era tão mágico, tão magnífico, cada movimento, cada gesto, cada sentimento. Era um outro mundo, um mundo que se importava com os seres humanos, um mundo que se importava com a política, com a expressão de um simples gesto. E a voz quando ressoava completava toda a cena.
A música ressaltava seus últimos acordes e o público estava completamente envolvido com o seu enlace.
A platéia passava por tantos sentimentos e, com o ator, complementava a peça, fazia com que ela acontecesse. A platéia dava um toque final, sem o qual tal arte não resistiria a vida. A platéia, com suas reações internas, a platéia como ser que escuta mas ao mesmo tempo fala e precisa ser ouvida. A platéia como a chave de ouro para o espetáculo, que estava sujeito a sua aprovação.
A última nota foi ouvida, e os aplausos ensurdeceram qualquer sinal de piano. Era lindo e tão rico cada som. Era a música.
A última fala, o último gesto, a última expressão foi dada. As luzes se apagaram, o público ficou por alguns segundos atônito com o que tinha visto. As luzes se acenderam e não se via uma só pessoa sentada, todas estavam em pé. Os aplausos ressoavam.
Os pés andaram, saíram do teatro. Da boca não saía uma palavra, simplesmente boquiaberta. Agora tinha um rumo, que iria seguir com tanta paixão e garra. Era aquilo. Era magnífico. Era o teatro.
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